Nascidos da poeira dos paralelepípedos do antigo pedaço de começo da cidade antiga
respiram os maus ventos desprovidos de sobrenome
o unico vulgo que de sina que eles tem é fome
desaparecem como vultos na calada-gritada da noite
fantasmas eles são para o animal humano que fecham os olhos para a desgraça alheia
pobres diabos de almas pequenas que um dia a de sentir o afago da felicidade
ninguém sabe ao certo suas idades ou sonhos ou versos ou até seus amores diversos
que por tostões os satisfazem.
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