Quando entro em meu futuro automaticamente apago o meu passado
mas estou aprisionado a viver com essa dor
me sinto confuso com a minha confusão !
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Menina-mulher
Em um quarto escuro de um lugar qualquer
está ali deitada minha menina-mulher
meu nome cravado no seu braço ficou
só na lembrança do momento que no tempo congelou
e nesse mesmo quarto escuro o seu pranto
no meu ombro derramou
todo céu parou
para escultar a menina-mulher que gritou
nenhum pássaro cantou
e o silencio se calou
depois que a menina-mulher chorou
tom negro em seus olhos
cor de sangue em sua boca
ela rasteja até a porta
buscando a saída a noite toda
seu corpo queima em uma silhueta que brilha
ela é um anjo de asas cortadas
cheio de pecados e feridas
e entre sangue penas e mentiras
eu grito para o infinito ouvir
eu amo você ...
está ali deitada minha menina-mulher
meu nome cravado no seu braço ficou
só na lembrança do momento que no tempo congelou
e nesse mesmo quarto escuro o seu pranto
no meu ombro derramou
todo céu parou
para escultar a menina-mulher que gritou
nenhum pássaro cantou
e o silencio se calou
depois que a menina-mulher chorou
tom negro em seus olhos
cor de sangue em sua boca
ela rasteja até a porta
buscando a saída a noite toda
seu corpo queima em uma silhueta que brilha
ela é um anjo de asas cortadas
cheio de pecados e feridas
e entre sangue penas e mentiras
eu grito para o infinito ouvir
eu amo você ...
Meio
Os seus fluidos ainda estão em mim
arrepia-se até o ultimo fio de alma que existe
torno a ver os filhos mortos espalhados pela pele macia
era escuro e através de mentiras eu a revi
a boneca de pano que vivia a torturar o meus pensamentos cansados
agora ela tem asas de penas brancas
e a silhueta do teu corpo nu reflete aos meus olhos
esculto os fantasmas dos teus passos andando pelo quarto nas noites de todos os dias
de agora em diante essa agora é a minha sina !
arrepia-se até o ultimo fio de alma que existe
torno a ver os filhos mortos espalhados pela pele macia
era escuro e através de mentiras eu a revi
a boneca de pano que vivia a torturar o meus pensamentos cansados
agora ela tem asas de penas brancas
e a silhueta do teu corpo nu reflete aos meus olhos
esculto os fantasmas dos teus passos andando pelo quarto nas noites de todos os dias
de agora em diante essa agora é a minha sina !
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