domingo, 11 de dezembro de 2011

sangue

O  boca minha que do teu ventre saiu, despeje lamentos, falsos argumentos se sinta hostil
me cuspa ignorância me seque com censura me estupre com respeito
antes que me bata o velho desespero que um dia a de acabar
a cada cinco acordo com uma arma na mente, descontente demais para atirar
nos corajoso demais ao ponto de blasfemar falsas verdades sobre o bom e velho primata
guardem seus rostos e vistam as suas mascaras,a hipocrisia ira começar por mim e por você
céus e mares nunca caiaram,os homens morrem,mas o resto tem renovação 
insignificância que em mim habita me implora - vá logo embora !
sexo com bonecas,filhos mortos espalhados na cama
irão secar quando o vento vir tocar,marcas por todo o corpo
sofrimento masoquista,que escondes do mundo
bem la no fundo fui bebido, absorvido, remediado
para que um outro coitado possa ser julgado,pelos seu heróicos erros
tudo se renova, a não ser os velhos apelos de esmola !  

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